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Dados de compositor
Luís Miguel Leite é um guitarrista licenciado pela Universidade do Minho e Mestre em Ensino de Música pelo Instituto de Educação da Universidade do Minho. Ao longo da sua formação trabalhou com alguns dos mais prestigiados guitarristas contemporâneos.

Foi laureado e distinguido em dezenas de concursos de guitarra clássica nacionais e internacionais, de entre os quais se destacam o concurso do Festival Internacional de Guitarra Clássica Luigi Mozzani (Vibo Valentia – Itália) em 2011, o Concurso de Guitarra Juan Crisóstomo Arriaga (Bilbao – Espanha) em 2014, o Concurso Luso-Espanhol (Fafe – Portugal) nos anos 2007, 2008, 2009 e 2013, o Concurso Nacional de Guitarra (Ourém e Fátima - Portugal) em 2012, o Concurso Regional de Vila Verde em 2013 e o Concurso Gilberta Paiva em 2014, estes dois últimos na vertente de música de câmara. Foi nomeado ao prémio Ardinas d’Ouro (prémio Notícias de Fafe) pelo seu trabalho videográfico com obras de F. Tárrega, J. Turina e Mauro Giuliani.

No que refere à discografia conta já com dois álbuns a solo, Música Contemporânea Portuguesa para Guitarra (2020), um álbum partilhado com o guitarrista José Teixeira e Guitarra Clássica (2019). Participou na gravação do álbum Pleiades (2015) com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins (OPGB) e no trabalho discográfico Dream Sandwich (2020) do compositor Yuri Umemoto (Japão) com a obra Dawning (que lhe foi dedicada). O seu trabalho tem vindo a marcar e marcou presença na programação da Antena 2, Rádio Vizela (programa Filarmonia), FafeTV, TCF (Canal Açoriano), RTP Madeira (esta juntamente com a OPGB), entre outras. Dedica-se prontamente à interpretação, circulação e estreia de repertório contemporâneo português para guitarra através de vários concertos pelo continente e ilhas.

Desempenha funções de docência na Academia de Música José Atalaya e na Academia de Música da Sociedade Filarmonica Vizelense.

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"A variação e a multiplicidade idioletal de um intérprete como Luís Miguel Leite, torna insusceptível qualquer classificação estilística e tipológica unívoca, pois os seus recitais de guitarra são como uma poética-heterofónica. São um fluxo descontínuo e desconstrutivo, com diferenciadas frentes idioletais e idiomáticas. O idioleto, ou seja, o discurso singular e privado de Luís Miguel Leite, tem uma função erudita / contemporânea, onde impõe o seu selo a toda a sintomatologia, exibe um código, privado e independente, de um só Intérprete, emerge da significação catártica da sua experiência artística cujo interesse primordial reside na divulgação da Música Contemporânea Portuguesa para o seu instrumento: a Guitarra!”

Vítor Rua

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Última actualização: 19 de Outubro de 2020