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Isabel Soveral (Porto, 1961) estudou no Conservatório Nacional, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sob a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. Foi bolseira das Fundações Calouste Gulbenkian, Luso Americana e Fulbright para os programas de Mestrado e Doutoramento em Composição nessa universidade.

Desde 1995 Isabel Soveral é professora de Composição, Teoria e Análise Musical nos cursos de Licenciatura em Música e Ensino de Música, Mestrado em Música e Ensino de Música e no Programa Doutoral em Música do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Presentemente é directora do Centro de Investigação em Música Eletroacústica (CIME), criadora da plataforma EAW (Electroacoustic Winds), e coordenadora do Congresso Internacional EAW.

É membro do INET-MD (Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança), onde coordena o grupo de Composição, Teoria e Tecnologia da Música (CTTM). Desde 2008 que é membro do Conselho Científico do Centro de Investigação & Informação da Música Portuguesa (CIMP).

As partituras de Isabel Soveral têm sido publicadas pelas editoras Musicoteca, Fermata e Cecilia Honegger, Edições IPCB, Edições MPMP, e MIC.PT. Tem várias obras publicadas em CD pelas editoras: Portugalsom e Strauss, EMI Classics, Nova Música, Capella, Deux-Elles, Plancton Music, Numérica, Miso Records e Portugaler.

As suas obras tem sido apresentadas em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Áustria, Suíça, Suécia, Bulgária, Polónia, Hong Kong, Macau, Argentina, Brasil, Cuba e Estados Unidos. O factor que distingue o universo de composição de Isabel Soveral, tanto ao nível macro como micro, é a morfose, transformação constante de peça em peça, sendo que a compositora tem inclinação particular para unir as suas obras em ciclos. Na sua música, com uma forte influência do modermismo, destaca-se também uma componente “visual”, que se reflecte na sua maneira de trabalhar com “massas” ou “tecidos sonoros” – como Isabel Soveral costuma dizer.