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Manuel Pedro Ferreira realizou o curso de flauta transversal no Conservatório Nacional de Lisboa com Carlos Franco. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa, dedicou-se ao estudo da música medieval, tendo apresentado à Universidade de Princeton (E. U. A.) uma tese de doutoramento em Musicologia sobre o canto gregoriano na Abadia de Cluny. Foi professor na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto. Actualmente, Manuel Pedro Ferreira lecciona História e Análise do Renascimento e do Período Medieval no Departamento de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa, onde é também membro do CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musicais). Dedicado aos estudos musicológicos, com um vasto número de artigos publicados sobre música medieval e ainda sobre a música de compositores contemporâneos, foi contemplado com o Prémio de Ensaísmo Musical do Conselho Português da Música pela obra O Som de Martin Codax (1986). Dirigiu a publicação facsimilada do Cancioneiro da Biblioteca Publia Hortensia de Elvas (1989). Investigador bolsista através da J.N.I.C.T., da Comissão Fulbright e da Fundação Calouste Gulbenkian, continuou a aprofundar os estudos de música medieval em Portugal e no estrangeiro. Tem participado também em equipas interdisciplinares de investigação, ligado à Fondation Royaumont (sobre a Catedral de Braga), e ao Centre Européen de Recherche pour l’Interprétation des Musiques Médiévales (sobre canto gregoriano). Manuel Pedro Ferreira foi presidente da Juventude Musical Portuguesa e co-director do Conselho Português da Música. Fez parte da equipa assessora da "Lisboa 94 – Capital Europeia da Cultura" e entre 1995 e 1998 foi comentador crítico na Antena 2 da RDP. Escreveu inúmeros artigos na imprensa musical para as publicações Música & Som (1978-83), Expresso (1982-83), Grande Reportagem (1985) e Jornal de Letras (1983-89). Dirigiu as publicações Informação Musical (1981-83) e Arte Musical (1986). As suas composições musicais, estreadas em Portugal, reúnem música de câmara (pequenos conjuntos instrumentais e música para piano) e música coral. Foi incentivado na escrita composicional por Emmanuel Nunes, Constança Capdeville e Luigi Nono. Em 1995, fundou o grupo Vozes Alfonsinas, que também dirige, e com quem gravou já três CD’s dedicados à interpretação de música medieval e renascentista.