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PEDRO PINTO FIGUEIREDO EM FOCO NO MIC.PT EM JULHO

Em julho, a secção Em Foco do MIC.PT conta uma entrevista a Pedro Pinto Figueiredo, compositor, maestro, professor e presidente da Associação Portuguesa de Compositores.
Pedro Pinto Figueiredo concluiu o bacharelato em Composição na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Christopher Bochmann. Trabalhou com o compositor Emmanuel Nunes, em Paris, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Nesta cidade, frequentou vários cursos no IRCAM.
Da sua produção musical destacam-se obras como Germinal, para octeto de sopros e piano, Wake, para clarinete e eletrónica, Scindite, para clarinete baixo, contralto e orquestra de cordas, Amini, para duas flautas, ou Ser, para orquestra de cordas. Na sua investigação, Pedro Pinto Figueiredo privilegiou a utilização das novas tecnologias, sobretudo no que se refere ao tratamento do som em tempo real e à sua espacialização.
Em 1997, iniciou os estudos de Direção no Conservatório de Dijon, na classe de Jean-Sébastien Béreau. Trabalhou com Peter Rundel e Emílio Pomarico, tendo colaborado na direção de várias obras de Emmanuel Nunes, como a ópera Das Märchen e a obra La Douce, estreada em 2009, na Casa da Música. Em 2002, criou o Lisbon Ensemble 20/21.
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Atividade • Compositoras e Compositores Editados pelo MIC.PT

Em julho, a música de Fernando C. Lapa será apresentada em vários concertos que terão lugar um pouco por todo o país. No dia 12, na Igreja de São João Batista da Foz do Douro, no Porto, a soprano Carla Caramujo e o pianista Pedro Lopes interpretarão o ciclo de canções sobre poemas de Nuno Higino, ao encontro da alegria, criado por Fernando C. Lapa em 2019. Este concerto integra o ciclo Musica Animae, uma iniciativa da Égide – Associação Portuguesa das Artes. Na segunda quinzena do mês, no dia 25, o barítono André Baleiro e o pianista David Santos apresentarão a peça O céu, a terra, o vento sossegado (1998), com texto de Luís Vaz de Camões, no âmbito do Festival Internacional de Música de Marvão 2026. Adicionalmente, entre 6 e 11 de julho, no Teatro Rivoli, no Porto, por ocasião dos 50 anos do Bando dos Gambozinos, serão apresentados vários espetáculos com diversas peças escritas por Fernando C. Lapa para esta associação dedicada à educação pela arte. Por fim, as canções populares transmontanas deste compositor editado pelo MIC.PT, serão apresentadas, sob a direção de Gonçalo Lourenço, nos dias 4 e 5 de julho, respetivamente, em Setúbal e em Vendas Novas.
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No passado mês de junho, o compositor Gerson Batista (editado pelo MIC.PT) foi distinguido com prémios em três países —Canadá, Alemanha e Roménia. A primeira distinção chegou de Toronto, onde a sua peça Superimposable, para flauta, guitarra, piano, percussão e eletrónica, foi uma das vencedoras do concurso Phantomnesis — organizado pela Cambiata Arts e pela produtora norte-americana CambiataArt Records — entre centenas de candidaturas de todo o mundo. Neste sentido, a obra será produzida, editada e publicada já em agosto deste ano. Outra obra de Gerson Batista, Twilight of the Gods ( Crepúsculo dos Deuses), foi distinguida com o segundo prémio no concurso internacional edition49 – Musikwerkstatt Siegburg Music Award for Choral Music, na Alemanha, no contexto do qual o júri avaliou cerca de trezentas obras de dezenove países. A terceira distinção foi atribuída a Gerson Batista no contexto da 6.ª edição do Concurso Internacional de Composição George Ştephănescu, na Roménia, onde a sua obra Cântecul Mamei ( Canção da Mãe), para piano e soprano e com o texto do próprio compositor, conquistou o segundo prémio.
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Durante os meses de julho e agosto, o compositor Hugo Vasco Reis (editado pelo MIC.PT) realizará várias atividades em Portugal. No próximo dia 1 de agosto, no Museu Nacional da Música, em Mafra, irá decorrer a estreia da instalação sonora Silent Sonic Environment, uma nova peça baseada em gravações de campo, com uma instalação para 24 canais, que tem como objetivo revelar sons que, apesar de fazerem parte do nosso quotidiano, escapam à nossa memória e perceção. Adicionalmente, no decorrer dos meses de julho e agosto, serão também editados três novos álbuns de Hugo Vasco Reis — Sonic Figures Project: Ténue, para viola, percussão e eletrónica (com a participação do violetista Trevor McTait, do percussionista Miquel Bernat e do próprio compositor); Demora, para quarteto de percussão e eletrónica (com a participação do Drumming – Grupo de Percussão); e Silent Sonic Environment, um disco de música eletrónica. Por fim, o compositor encontra-se também a finalizar a sua nova obra Becoming, para percussão, violino, viola e violoncelo. Esta composição foi-lhe encomendada pelo Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, sendo que a sua estreia terá lugar brevemente.
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Em julho, serão estreadas, em Portugal, duas novas obras de Jaime Reis. A primeira estreia, da obra deformação.matéria., ocorrerá no dia 8, no Collegium Musicum – Conservatório de Música de Seia, no âmbito do concerto do Ensemble Orbis, sob a direção de Demian Rudel Rey. Este concerto, integrado no projeto O Canto das Sementes (Projecto DME), viajará também até Lisboa, onde será apresentado na ESML no dia 12. No dia 9 de julho, no âmbito do Festival Internacional de Guitarra de Aveiro, será estreada outra nova composição de Jaime Reis: luminosas incandescências do sal para guitarra e eletrónica. O programa deste concerto, interpretado pelo guitarrista Hugo Simões, incluirá também três outras peças deste compositor (editado pelo MIC.PT): Magistri Mei: Bach, Entretecimento e Sinais no Tempo. Além disso, entre 3 e 8 de agosto, Jaime Reis e Valerio Sannicandro serão orientadores na International Summer School for Composers, que irá decorrer em Seia. Aí, seis compositores trabalharão em obras da sua autoria com o Ensemble DME. Por fim, em agosto/setembro, Jaime Reis realizará uma digressão no México, onde fará apresentações na Cidade do México, na Universidad de las Artes (Yucatán) e no CCMAS (Morelia).
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A obra SIMULACRA – on discrete movements and dense textures (2013), de João Castro Pinto (compositor editado pelo MIC.PT), é uma das 37 peças selecionadas para o 1.º Ciclo de Música Electroacústica Meridianos da Escuta, organizado pelos seguintes departamentos académicos do Brasil: o Departamento de Pesquisa de Arte Sonora da Universidade Federal de Pelotas, o de Composição da Universidade Estadual do Ceará e o de Som, Música, Mídia e Espacialidade da Universidade Federal do Ceará. As obras selecionadas serão tocadas em concertos ao longo do mês de julho, sendo que a apresentação de SIMULACRA, composta nos Estúdios de Música Eletrónica da Universidade de Leeds e uma das peças finalistas no concurso DESTELLOS 2013, decorrerá no segundo concerto do ciclo, a 15 de julho. Três dias depois, no Dia Mundial da Escuta, a 18 de julho, João Castro Pinto participará numa conversa no Festival Extremo 2026 (Braga/Guimarães), dedicado aos cruzamentos entre a música, a arte e a paisagem. A conversa, que terá lugar na Falperra, será moderada por Miguel Bica do podcast Dedo Invisível e ficará disponível para audição após o evento.
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No próximo dia 25 de julho, no O’culto da Ajuda, em Lisboa, será estreada a obra Khatib's Heart, para saxofone, acordeão, duas guitarras e três percussões, do compositor João Quinteiro (editado pelo MIC.PT). Este concerto marcará o culminar de uma residência artística conjunta do Concrète [Lab] Ensemble e do Ensemble Cigarra, que decorrerá no O’culto entre os dias 20 e 25 de julho. No âmbito deste espetáculo, que contará com a direção de João Quinteiro, os músicos estrearão também as obras Lumora – gravidade da luz, de Miguel Azguime, e Litania, de Nuno Costa. Neste projeto, o Concrète [Lab] e o Cigarra reúnem-se «num espaço de criação artística e afetiva, onde as relações tecidas ao longo do tempo se fundem no ato cada vez mais revolucionário de estar com, de estar entre». Os artistas e os impulsionadores desta iniciativa afirmam ainda que «mais que a emergência das estreias, este concerto acontece como um gesto de encontro: uma celebração de laços que se estendem para além do palco, onde a criação emerge do afeto e do desejo partilhado de imaginar o espaço sonoro como forma de resistência e amplitude».
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A obra residual objects #2, da compositora Mariana Vieira (editada pelo MIC.PT), para flauta, saxofone, acordeão, percussão e eletrónica, será estreada pelo Ensemble Orbis, sob a direção musical e artística de Demian Rudel Rey, no próximo dia 8 de julho, no Collegium Musicum – Conservatório de Música de Seia. O programa deste concerto, integrado no projeto O Canto das Sementes (uma iniciativa do Projecto DME), que inclui também obras de Jaime Reis, Jeremías Iturra, Panayiotis Kokoras, Rocío Cano Valiño e Simon Louche, será ainda apresentado no próximo dia 12, na Escola Superior de Música de Lisboa. A obra de Mariana Vieira constitui uma encomenda do Ensemble Orbis, que está em residência artística em Seia entre os dias 29 de junho e 8 de julho. No contexto desta residência, Mariana Vieira terá a oportunidade de trabalhar com os músicos do Ensemble Orbis na sua nova peça. Oriundo de Lyon, França, o grupo especializa-se na criação musical. Orbis significa «bússola» em latim e «carrega um simbolismo particularmente inspirador para o ensemble, que está em busca permanente de um ponto cardinal utópico e de uma viagem imaginária rumo a um mundo sonoro construído pelos desejos dos compositores».
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Em julho, haverá apresentações de três obras do compositor Miguel Azguime (editado pelo MIC.PT), em Portugal e em Espanha. A primeira obra é A Laugh to Cry (2013), com encenação de Paula Azguime e libreto e música de Miguel Azguime. Esta New Op-Era terá duas récitas no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, nos dias 10 e 11, sob a direção de Pedro Neves. Contando com a participação de Camila Mandillo (soprano), Andrea Conangla (soprano), André Henriques (barítono), Jade Mandillo e Miguel Azguime (recitantes) e do Sond’Ar-te Electric Ensemble, A Laugh to Cry «explora algumas das preocupações do ser humano, no contexto de um mundo globalizado, formalizando-se numa reflexão sobre o poder hegemónico de destruição da memória, sobre a devastação da terra, sobre a guerra». Depois, no dia 25, será estreada a obra Lumora – gravidade da luz, composta por Miguel Azguime para saxofone, trompa, acordeão, duas e-guitarras, viola, contrabaixo e percussão. O concerto — no O’culto da Ajuda, em Lisboa — resulta de uma residência conjunta do Concrète [Lab] Ensemble e do Ensemble Cigarra. No dia 29, no XI Festival Synergein, em Onda, Espanha, Miquel Bernat tocará a obra de Miguel Azguime Mineralizando! (2025) para vibrafone.
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No final de julho, o compositor Pedro Rebelo (editado pelo MIC.PT) estará em residência artística na Estação das Artes (Santa Clara/Sabóia), no concelho de Odemira, para finalizar a instalação audiovisual MIRA. A instalação estará aberta ao público entre 1 e 15 de agosto e integra o projeto Águas Gémeas que aborda as problemáticas da água, da sustentabilidade e da resiliência territorial em Odemira, centrando-se na bacia hidrográfica do rio Mira, na barragem de Santa Clara e no Perímetro de Rega do Mira. A criação trabalha elementos sonoros, visuais e etnográficos que, acima de tudo, pretendem «ser da» e «ser para» a região. A ambição é que a audição, a observação e a presença do artista contribuam, de alguma forma, para as relações com e no território. Tudo isto reflete as transformações profundas que, nos últimos 60 anos, afetaram populações, comunidades, ambiente, políticas de território e a nossa relação com a água.
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Sara Carvalho estará em residência artística em Seia entre os dias 3 e 7 de agosto, durante a qual desenvolverá uma nova criação musical para o Re:Flexus Trio, composto por Ana Sofia Matos (clarinete), Mariana Morais (viola) e Maria Isabel Mendonça (piano). A residência, uma iniciativa do Projecto DME, culminará num concerto no dia 7 de agosto, na Casa Municipal da Cultura de Seia, onde será estreada a nova composição de Sara Carvalho, intitulada memento. «A ideia e a conceção das minhas obras têm sempre um ponto de partida muito concreto», afirmou Sara Carvalho numa entrevista do MIC.PT em 2014. Segundo a compositora (editada pelo MIC.PT), «o estímulo inicial pode surgir de muitas fontes: da literatura, do cinema, das artes plásticas, de uma paisagem, de um detalhe ou de uma vivência, caracterizando-se pela procura de uma narrativa que, de certa forma, trata a escrita musical como um processo semelhante à escrita de um livro».
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Ecos do Temp(L)o é o título da nova obra da compositora Sofia Sousa Rocha (editada pelo MIC.PT), cuja estreia terá lugar no dia 31 de julho, no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar. Neste concerto, que integra o 22.º Estágio da Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, uma iniciativa da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais, o maestro Alberto Roque dirigirá também obras de Ron Nelson, Percy Grainger e Luís Carvalho. A obra Ecos do Temp(L)o cria uma ligação com o restante repertório do estágio, focado na forma da passacaglia, ao propor a utilização da chaconne. «Tal como em certas técnicas utilizadas desde a Idade Média», diz Sofia Sousa Rocha, «não se pretende que esta estrutura seja evidente na escuta, mas sim evocar um ambiente misterioso e simbólico». Aqui, «a ideia de eco é explorada sob o ponto de vista rítmico, criando um efeito de ressonância entre diferentes naipes que resulta num jogo de timbres e de métricas». A compositora enfatiza que «o título reflete várias ambivalências: a associação a técnicas do passado — o tempo anterior; a mudança do tempo musical — alterações de métrica; e o templo — associação ao misticismo do Convento de Cristo, em Tomar».
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Situada entre a ópera contemporânea, o teatro musical, a paisagem sonora, a instalação performativa e o ritual de escuta, a obra O Canto dos Outros Seres, com música de Vítor Rua (compositor editado pelo MIC.PT) e criação e libreto de Ilda Teresa Castro, será apresentada no dia 4 de julho, no O’culto da Ajuda, em Lisboa. Os criadores e artistas envolvidos neste projeto revelam que « O Canto dos Outros Seres nasce de uma pergunta simples e difícil: num tempo marcado pela devastação ecológica, pela guerra e pela crescente subordinação da vida a interesses económicos e geopolíticos, em que momento deixámos de sentir que pertencíamos ao mundo vivo?» Em cena — a voz de Bárbara do Canto Lagido, as guitarras de Vítor Rua e Tó Trips, a presença coreográfica de Vera Mantero, a cenografia de Edgar Massul e o theremin de Ilda Teresa Castro constroem um espaço único «onde o concerto, a performance, a instalação sonora e o pensamento ecológico se cruzam». No final das notas do programa, os artistas refletem: «Talvez exista ainda algo no real que resista à sua redução a recurso, objeto ou coisa morta. Talvez existam ainda outros seres a comunicar através da noite.»
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OPORTUNIDADES • CONCURSOS E CHAMADAS
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Com o objetivo de promover e incentivar a criação musical erudita contemporânea e de divulgar o trabalho de jovens compositoras e compositores, a Sociedade Portuguesa de Autores e a RTP Antena 2 promovem mais uma edição do Prémio de Composição SPA/Antena 2 destinado a compositores de nacionalidade portuguesa ou estrangeiros residentes em Portugal há mais de quatro anos, nascidos a partir de 1 de janeiro de 1991. As obras a concurso deverão ser inéditas, puramente orquestrais, sem recurso a solista(s) nem meios eletrónicos. A estreia da obra premiada, na interpretação da Orquestra Gulbenkian, decorrerá durante o 16.º Festival Jovens Músicos, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, a 17 de setembro de 2026. As candidaturas devem ser enviadas por correio registado até ao dia 3 de julho de 2026 (data de receção).
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Estão abertas as candidaturas para o Prémio de Composição Acordeão 2026 (9.ª Edição · Folefest). Este Prémio destina-se a compositores e compositoras de nacionalidade portuguesa ou estrangeiros residentes em Portugal, de qualquer idade. A obra a apresentar terá de ser inédita, reservando-se à organização do Prémio a estreia absoluta das obras premiadas. As obras a concurso deverão ser escritas para um agrupamento de música de câmara (de dois a seis instrumentos), com a inclusão obrigatória de um único acordeão. O júri será formado por: Daniel Moreira (compositor), Ana Seara (compositora), Paulo Jorge Ferreira (acordeonista/compositor/presidente do júri) e Nélson Ruivo (secretariado — Associação Folefest). As candidaturas devem ser enviadas por correio registado até ao dia 17 de julho de 2026 (data de envio).
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A Banda Sinfónica Portuguesa promove o Concurso Internacional de Composição com o objetivo de estimular a criação de repertório original para banda. Aberto a compositores de todas as nacionalidades com idade até aos 40 anos (à data de 31 de dezembro de 2026), o concurso assume a composição musical como um espaço de diálogo artístico frequentemente inspirado noutras áreas. Na edição de 2026, a BSP propõe como tema a adesão de Portugal à União Europeia. Os participantes são desafiados a criar uma obra original que estabeleça uma relação artí\stica e conceitual com o tema proposto. A decisão final do júri acerca dos resultados do concurso ocorrerá após a estreia pública das obras finalistas, que terá lugar em concerto pela Banda Sinfónica Portuguesa, em novembro, no Porto. O concurso está aberto até ao próximo dia 20 de setembro de 2026.
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Em Foco • Arquivo (em atualização)
2011–2026
Desenvolvida desde fevereiro de 2011, a secção Em Foco é uma rubrica regular do MIC.PT, na qual é dado destaque, sobretudo, a compositores contemporâneos residentes em Portugal. Cada edição bimensal do Em Foco consiste num artigo ou numa entrevista, bem como numa lista de reprodução.
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MÚSICA DE INVENÇÃO E PESQUISA
 © Mário Rainha Campos
• 03/07 · 1h00 · RTP Antena 2 · Entrevista Na 1.ª Pessoa com Simão Costa
Um programa do ciclo Na 1.ª Pessoa, com entrevistas a compositoras e compositores para conhecer, de viva voz, os seus percursos criativos, as suas formas de trabalho e as suas ideias sobre a composição. Nesta emissão estaremos à conversa com Simão Costa. Uma entrevista conduzida por Pedro Boléo, com tempo para a escuta de algumas obras musicais do compositor. Simão Costa é pianista, compositor e artista transdisciplinar. Estudou na Escola Superior de Música de Lisboa e na Codarts, em Roterdão. Explora o som como material plástico, fenomenológico, visual e cultural, em estreita relação com novas tecnologias, que são parte integrante das suas pesquisas. As suas práticas incluem composição, improvisação e performance ao piano, mas também frequentemente a criação de instalações sonoras. Colabora com frequência com a dança, a performance, as artes plásticas, o cinema e o teatro.
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• 17/07 · 1h00 · RTP Antena 2 · Entrevista Na 1.ª Pessoa com Cláudio de Pina
O ciclo Na 1.ª Pessoa prossegue com uma entrevista ao compositor Cláudio de Pina. Nascido em 1977, Cláudio de Pina é também organista, artista sonoro e investigador na área da musicologia; dedica-se à análise musical, à composição, à acústica, à síntese sonora, à espacialização e à interpretação musical. Enquanto compositor, tem uma obra em grande medida dedicada ao órgão e à exploração de novas ideias estéticas para este instrumento, mas também possui muitas obras de música eletrónica e de eletroacústica. Titular do órgão histórico da Igreja Paroquial da Ajuda (Lisboa), Cláudio de Pina tem também, como intérprete, realizado um trabalho de alargamento do repertório contemporâneo para este instrumento, renovando as suas potencialidades técnicas e tímbricas e encomendando novas obras. Esta conversa, conduzida por Pedro Boléo, inclui a escuta de excertos de obras do compositor.
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• 31/07 · 1h00 · RTP Antena 2 · Novos discos com música de compositores portugueses
Um programa dedicado a novas edições com música contemporânea de compositores portugueses. Neste Música de Invenção e Pesquisa estaremos à escuta de Mysterious Heart, do compositor Diogo Alvim e do disco FIFTY – fifty, do violetista Trevor McTait, viola solo do Remix Ensemble e da Orquestra Barroca da Casa da Música. Mysterious Heart é uma peça de dança da coreógrafa Tânia Carvalho, para a qual Diogo Alvim compôs música original. A coreografia foi criada para a Tanzmainz no Staatstheater Mainz em 2023–2024 e a música foi agora editada em abril de 2026 pela Crónica. Por sua vez, o álbum FIFTY – fifty, do violetista Trevor McTait, compreende obras de Ângela da Ponte, Daniel Moreira, Eduardo Luís Patriarca, Hugo Vasco Reis, Igor C. Silva e Miguel Azguime. O álbum assinala os 50 anos do artista e celebra 25 anos «vividos e trabalhados» no Porto. Apresentam-se sete obras contemporâneas portuguesas, todas em primeira gravação, revelando a diversidade de estilos explorados na música portuguesa ao longo dos últimos 25 anos. Todas as obras foram gravadas na Casa da Música, Porto, entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026.
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· Repetições em agosto · 1h00 · RTP Antena 2 ·
· 14/08 · 40.º Aniversário da Miso Music Portugal – entrevista com Paula Azguime e Miguel Azguime [programa de 19/12/2025]
· 28/08 · Zeca Afonso – Estudos Musicais para Dois Violoncelos (mesa redonda em torno da edição lançada em abril de 2026) [programa de 08/05/2026]
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Novas Partituras no MIC.PT

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A edição de partituras pelo MIC.PT visa divulgar partituras de obras de compositores residentes em Portugal, fomentando a sua escolha por parte de músicos e programadores, e o seu estudo no meio académico. Neste momento, o Catálogo do MIC.PT inclui 1211 partituras.
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novos CD no MIC.PT
Novas Revistas no MIC.PT
editor: Magnus Bunnskog · conselho editorial: Miguel Azguime, Paula Azguime, Jakub Szczypa · desenho e composição gráfica: Anna Klint · impressão: KOPA, Lituânia, 2026 · textos da autoria de: Andreia Nogueira, Anna Veismane, Ana Telles, António Ferreira, Cláudio de Pina, Ed McKeon, Filipa Magalhães, Frank J. Oteri, Glenda Keam, Jakub Szczypa, Magnus Bunnskog, Manuel Pedro Ferreira, Miguel Azguime, Pedro Boléo, Pedro Prista, Peng Rongxin, Simon Eastwood e Trudy Chan.
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estreias recentes
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04/06, American Viola Society Festival, Harrisonburg, EUA
Jorge Alves (viola)
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André Coutinho
09/06, música contemporânea u.minho @ gnration, Braga
Gil Freitas (clarinete), Rui Nogueira (fagote), Gonçalo Gonçalves (trompa), Maria Pinto (piano), Ariadna Libarato (violino I), João Inácio (violino II), Maria Sousa (viola), Pedro Almeida (direção)
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Relicário perpétuo>> ver obra
10/06, Teatro Camões, Lisboa
Luísa Costa Gomes (libreto), Joana Carneiro (direção musical), Nuno Carinhas (encenação e figurinos), Pedro Tudela (cenografia), Rui Monteiro (desenho de luz), Orquestra Sinfónica Portuguesa, André Baleiro (Camões, príncipe dos Poetas de Portugal; Salomão, o Rei), Rodrigo Carreto (Gerardo, príncipe de Sangue da Índia), André Henriques (Hipócrita, o Vizir), Camila Mandillo (Catarina, a Santa da Roca; Cortesã), Andrea Conangla (Joana, a Bôba; Cortesã)
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Controvérsia Dramática>> ver obra
Rafael Araújo
12/06, Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
Euterpe Guitar Duo ·
Pedro Lopes Baptista e Titus Isfan
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residual objects #1 (1.ª parte)>> ver obra
14/06, Auditório do Museu, Fundação de Serralves, Porto
ars ad hoc: Ricardo Carvalho (flauta), Horácio Ferreira (clarinete), Diogo Coelho (violino), Gonçalo Lélis (violoncelo), João Casimiro Almeida (piano)
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Inés Badalo
Glass landscapes II>> ver obra
19/06, Teatro do Conservatório de Belo Horizonte, Brasil
Clamat – colectivo variável: Afonso Primo, Lourenço Oliveira, Pedro Leitão e Nuno Aroso (percussão)
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(...) suave como pássaro, voando>> ver obra
20/06, Palatele Brancovenesti, Mogosoaia, Roménia
Kla-Vier Duo: Patrícia Ventura e Sónia Amaral (piano a quatro mãos)
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27/06, gnration, Braga
Solistas da Sinfonietta de Braga: Joaquim Pereira e Pedro Oliveira (violinos), Rita Carreiras (viola) e Tiago Mendes (violoncelo)
concerto grosso>> ver obra
28/06, Escola Primária de Nogueira, Braga
Rancho Folclórico S. João Baptista de Nogueira, Sinfonietta de Braga
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RIZOMA

logo · riZoma
Plataforma de Intervenção e Investigação para a Criação Musical
riZoma é uma rede formada por um conjunto de entidades ligadas à criação, à educação, à interpretação e à investigação, com experiência no contexto da música erudita contemporânea. A Plataforma foi criada para estabelecer o diálogo e a articulação entre as entidades que a constituem e para falar a uma só voz junto do público e das tutelas, criando uma força nova que assenta no valor inestimável que a música erudita contemporânea criada em Portugal tem para a identidade cultural do nosso país.
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Está aberta a Chamada de Comunicações para o 4.º EMTI, uma iniciativa do MIC.PT e com curadoria da compositora Isabel Soveral, que terá lugar no dia 11 de dezembro no O’culto da Ajuda, em Lisboa. Este encontro constrói um espaço de reflexão crítica e de partilha de investigação nas áreas da criação musical contemporânea, interpretação, teoria e tecnologia da música, convidando investigadores, compositores, intérpretes, artistas sonoros e estudantes a apresentarem comunicações que explorem as múltiplas relações entre a música, a tecnologia e o pensamento crítico. O 4.º EMTI dará destaque às práticas de espacialização, eletroacústica e difusão sonora por meio de sistemas de altifalantes, decorrendo em articulação com o ciclo Espaços de Escuta dedicado à música eletroacústica portuguesa e à exploração da Orquestra de Altifalantes da Miso Music Portugal. A Chamada está aberta até 11 de setembro de 2026.
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Entrevistas MIC.PT

No passado mês de junho o MIC.PT publicou no Canal YouTube mais uma Entrevista do ciclo Na 1.ª Pessoa com o compositor João Pedro Oliveira, conduzida pelo musicólogo e jornalista Pedro Boléo e gravada em 2024, em Lisboa, no O’culto da Ajuda.
Presentemente o Canal YouTube do MIC.PT contém vídeos com 38 novas entrevistas a compositoras e compositores residentes em Portugal realizadas desde 2019, assim como oito entrevistas do Arquivo do MIC.PT realizadas entre 2003 e 2005.
Conduzidas por Pedro Boléo, filmadas no O'culto da Ajuda em Lisboa e realizadas no contexto do ciclo Na 1.ª Pessoa das emissões radiofónicas Música Hoje e Música de Invenção e Pesquisa (produzidas pelo MIC.PT e pela Miso Music Portugal para a RTP Antena 2), estas novas entrevistas constituem uma (re)visita ao universo criativo dos vários compositores e compositoras editados pelo MIC.PT, dando seguimento às entrevistas históricas realizadas pelo MIC.PT há mais de 20 anos e que agora constituem registos únicos da evolução da linguagem de cada um dos artistas entrevistados.
Para aceder às entrevistas sigam as ligações em baixo e/ ou visitem o Canal YouTube do MIC.PT.
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